Carnaval 2016: criatividade numa festa democrática

Carnaval 2016: criatividade numa festa democrática

E lá se foi o carnaval. As ruas do Rio ficaram lotadas, da zona sul à zona norte, Barra e zona oeste, os cariocas se juntaram aos turistas nacionais e estrangeiros e fizeram a festa. Um show de alegria, descontração e, claro, muita criatividade e bom humor. O carnaval de rua do Rio ressurgiu a partir de 1985, com a fundação dos blocos no formato de hoje, como o Simpatia é Quase Amor e o Suvaco de Cristo. Na década seguinte, proliferaram blocos em todas as regiões da cidade. Com nomes divertidos e…Leia mais
Tendências da Internet e como atingir seu público

Tendências da Internet e como atingir seu público

O crescimento de usuários da Internet cresce agora em altas taxas em mercados mais difíceis de medir como India, Indonésia e Nigéria. Nos países mais desenvolvidos a taxa se estabilizou. O número de usuários de smartphones estão mais consolidado nos mercados desenvolvidos e cresce exponencialmente em países como China, India e Brasil. Hoje, 25% do total de usuários da web acessam através de smartphones, sendo 14% há apenas um ano. Aqui na America do Sul já são 17% do total de acessos a web. A esmagadora maioria dos aparelhos usa Android. Apenas nos…Leia mais
Como começou a web no Rio de Janeiro e para mim

Como começou a web no Rio de Janeiro e para mim

Em 1994 o IBGE disponibilizou acesso a Internet para um seleto número de usuários no Rio de Janeiro. Um amigo que trabalhava no IBGE colocou nosso nome na lista e nós fomos uns dos primeiros usuários da Internet aberta na cidade, talvez do Brasil. Até então, somente universidades podiam utilizar a Rede.Comecei a fuxicar, descobri o código das páginas e, mesmo sem saber programar, fui mudando uma coisa aqui, outra ali, até criar minha própria Homepage (como chamávamos os websites na época) no Geocities. Não havia ainda o Comitê Gestor, nem .br. A…Leia mais
As marcas agregam valor as pessoas?

As marcas agregam valor as pessoas?

Algo muito preocupante vem tomando conta da nossa sociedade. Cada vez mais os sí­mbolos de status vêm se tornando importantes e permeando todas as camadas sociais. Desde as camadas mais pobres passando pela classe média até as mais altas, parece que a inversão de valores aumenta a cada dia. Vemos pessoas exibindo tênis de marcas caríssimas, roupa de grife, iPhone (top de linha, claro), como se estes itens as transformassem em pessoas legais, modernas, interessantes e poderosas. Mesmo quem não poderia pagar por estes itens, dá seu jeito: o negócio é TER. 303Leia mais